Em “O Som do Silêncio”, todas as cores do desespero

Como uma baterista de metal que está perdendo a audição, Riz Ahmed coloca o espectador de frente com um daqueles momentos em que a vida tira o chão à gente

Assista aqui a resenha em vídeo:

2 comentários em “Em “O Som do Silêncio”, todas as cores do desespero”

  1. Eu estava lendo sua critica ao filme “Tully”. Fiquei me lembrando do Tolle, quando ele diz que pagamos por determinados produtos que nos fazem sofrer. É uma experiência notável esse filme, do que seja viver sem estar-se vivendo, de fato. A ” mesmice”, citada no próprio filme. Mas, uma curiosidade: gosto daquele filme, “Gringo, vivo ou morto” e a presença da Theron lá. “Tully” é uma tentativa de liberalidade na prisão cujas portas estão abertas, mas não são jamais ultrapassadas. Ou mostra quanto é frágil o universo familiar. Como já disse, a experiência de ver o filme foi notável e me deu subsídios para mais de um conto. Agradeço, pois resolvi vê-lo a partir de sua indicação de excepcionalidade quanto à Theron.

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  2. Isabela Boscov, você se emocionou ao falar sobre “O Som do Silêncio”?!
    Sou seu fã desde sua crítica de “Seven”, de 1995, que me ensinou a enxergar o cinema e o modo de escrever críticas de um modo muito construtivo.
    Muito obrigado.

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