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Mogli – O Menino Lobo

Sobrou o extraordinário, faltou o necessário

Sem querer ser chata, porém sendo: antes do filme chegar à metade, eu já tinha me distraído e estava pensando nas tarefas do dia; e, faltando ainda meia hora para o final, eu tinha mudado de posição na poltrona não sei quantas vezes, sem encontrar nenhuma que me parecesse confortável. Não há sinal mais claro do que esse – a impaciência – de que um filme falhou em envolver. E, considerando que envolver, ou encantar e transportar, é a função básica de fantasias como Mogli – O Menino Lobo, pode-se dizer que, no meu caso, ele falhou fragorosamente, apesar de já sair com uma boa vantagem: minha imensa simpatia pela história. Em pequena, eu adorava o Mogli de 1967 da Disney, e sabia de cor a música do urso Baloo, que algum gênio verteu assim para o português: “Eu uso o necessário / Somente o necessário / O extraordinário é demais”.

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O diretor Jon Favreau deveria ter ouvido os conselhos de Baloo. Seu Mogli é um belíssima façanha técnica que combina live-action, cenários fotorrealistas em computação gráfica e performance capture (ou “captura de desempenho”) aplicada a atores do calibre de Idris Elba (o tigre Shere Khan), Ben Kingsley (a pantera Bagheera), Bill Murray (o urso Baloo), Scarlett Johansson (a serpente Kaa), Lupita Nyong’o (a mãe lobo Raksha), Giancarlo Esposito (o pai lobo Akela) e Christopher Walken (o orangotango Rei Louie).

Mas Mogli – O Menino Lobo é curiosamente pobre em encanto e em emoção. Eis alguns dos problemas que acometem o filme:

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A PERFORMANCE CAPTURE é uma ferramenta maravilhosa, e é astronômica a sua taxa de evolução. Pense, por exemplo, que o canhestro e esquisito Final Fantasy é de 2001, o mesmo ano em que O Senhor dos Anéis apresentou seu irrepreensível Gollum – que, nos dois filmes seguintes, suspenderia completamente a descrença da plateia com uma das atuações mais viscerais e nuançadas entre todas do elenco. O ator inglês Andy Serkis e a Weta Digital de Peter Jackson têm tudo (e mais um pouco) a ver com esse avanço da performance capture. É a Weta Digital, aliás, que responde por essa parte de Mogli – O Menino Lobo, assim como por King Kong e pelos dois recentes Planeta dos Macacos, que levaram a PC a um novo patamar de excelência. Cada vez mais, refina-se a maneira como são captados não só os movimentos, mas também as micro-expressões dos atores que fornecem o desempenho. Para cada ator, faz-se um projeto distinto de posicionamento de sensores, de acordo com as características individuais da sua musculatura facial. E cada vez mais, também, os animadores que transformarão esse desempenho compreendem que a sua intuição e sensibilidade é que dão alma ao personagem – a técnica é fabulosa, mas é só o começo.

Então, qual o problema? Ele é de ordem, digamos, psicológica: a PC é uma dessas tecnologias ultra-absorventes. É tanto o trabalho que ela exige, e é tão fascinante o seu resultado, que ela monopoliza as atenções. Até hoje, na minha opinião, só mesmo O Senhor dos Anéis conseguiu equilíbrio entre a PC e os demais elementos da encenação. Em todos os outros casos até aqui, ela fez a balança pender inteira para o seu lado. Não me diga, por exemplo, que você não saiu de Planeta dos Macacos: O Confronto, comentando com os amigos que o filme era assim-assim – mas os macacos, esses eram extraordinários.

É também isso que acontece em Mogli – O Menino Lobo. Porém em um grau ainda mais acentuado: todos os personagens são criados em PC, e criados com desvelo, para aproveitar ao máximo a riqueza das interpretações daqueles craques que mencionei lá em cima. A exceção solitária é o estreante Neel Sethi, que faz Mogli. Neel é correto, não faz gracinha demais nem careta. Mas, infelizmente, não demonstra o carisma necessário para fazer frente ao restante do time. É um peso-pluma cercado de pesos-pesados.

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JON FAVREAU é o grande idealizador dessa releitura de Mogli – mas seu papel correto, aqui, seria o de produtor apenas, sem necessariamente acumular a direção. Favreau veio das comédias independentes, como a deliciosa Swingers, de 1996. Fez um ótimo trabalho nos dois primeiros Homem de Ferro (em particular no inaugural), porque eles exigiam antes de mais nada um diretor capaz de tirar partido do timing e da energia de Robert Downey Jr. – o que Favreau fez de forma exemplar. Recentemente, ele estrelou e dirigiu uma pequena jóia, Chef (se você não viu, recomendo vivamente; está disponível no Netflix). Mas a originalidade da concepção visual não é o seu forte. Favreau é alguém que teve de aprender a lidar com produção de grande escala, não alguém que tem o dom inato para ela (como os irmãos Russo de Capitão América, que também vieram do cinema independente e das comédias de TV mas, rapaz, como entendem de bolar visualmente um filme).

Ou seja: Favreau tem à disposição, em Mogli, um punhado das melhores equipes técnicas em atividade no mundo – e elas criam, para ele, um mundo perfeito de selva tropical, de um realismo tão extremo que se torna ele próprio um elemento de fantasia. E, no entanto, esse mundo nunca causa assombro (não para mim, ao menos) nem ganha uma dimensão grandiosa; e também nunca provoca aqueles choques insulínicos de fofura que o desenho de 1967 provocava. Fica tudo lá, pelo meio do caminho.

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ESSA CRISE DE IDENTIDADE entre a aventura e a fofura, e entre a fantasia e o realismo, é o aspecto que talvez mais gravemente prejudique Mogli. Os dois volumes de O Livro da Selva, que o inglês nascido na Índia Rudyard Kipling escreveu entre 1893 e 1895, são coletâneas de contos morais protagonizados por animais falantes e pensantes. Conforme o tom da época, têm mais aventura do que graça, e mais lei da selva, nua e crua, do que espírito de conciliação entre espécies. A Disney e Jon Favreau acharam que seria possível fundir esses aspectos divergentes entre os livros e o desenho de 1967. A mim parece um erro de origem. Primeiro, obriga a uma loooonga exposição sobre como Mogli foi parar na selva, por que Shere Khan o odeia, etc. etc. – visual realista pede lógica realista, raciocinaram os produtores. Segundo, causa uma série de pequenos surtos esquizofrênicos: a selva é a violência de Shere Khan, o carinho de Raksha ou o oportunismo boa-praça de Baloo? O roteiro sai pela tangente, optando por um inconvincente darwinismo adocicado. Por fim, animais de desenho, quando falam, não causam estranheza, porque seus traços foram antropomorfizados de forma a que isso pareça natural (e porque são desenho, que seu cérebro já decodifica imediatamente como um território em que tudo é possível). Já animais fotorrealistas e, vá lá, biorrealistas (quero dizer que eles não passaram por um salto evolutivo que justifique a aquisição de linguagem, como os primatas de Planeta dos Macacos), quando falam – é esquisito. Não tem jeito. Em vez de ouvir diálogos, o que eu ouvi, o tempo todo, foi a morte do diálogo – dublagem.


Trailer


MOGLI – O MENINO LOBO
(The Jungle Book)
Estados Unidos, 2016
Direção: Jon Favreau
Com Neel Sethi, Idris Elba, Ben Kingsley, Christopher Walken, Scarlett Johansson, Lupita Nyong’o, Bill Murray, Giancarlo Esposito, Garry Shandling
Distribuição: Disney

37 comentários em “Mogli – O Menino Lobo”

  1. Questão de opinião dela ué, cada um tem a sua. Eu adorei o filme e já acho a melhor adaptação já feita do livro. Tecnicamente não tem o que discutir, é um espetáculo.

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  2. Mais uma ótima resenha, sou fã de carteirinha dos seus trabalhos. Estou percebendo um monte de gente aleatória e desnecessária nos comentários, ainda bem que suas resenhas inteligentíssimas não são feitas para elas. Continue o bom trabalho. Obrigado.

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  3. Uau, Isabela! Suas críticas me dão a impressão de que você procura uma experiência plena ao ver filmes. Não respeito comentários alienados que exigem uma adequação da sua parte ao “gosto geral” ou ao que o “filme se propõe”. Estou encantado com sua autenticidade. Não acho que impaciência indica necessariamente uma falha do filme em envolver, mas admiro sua disposição em fazer contato consigo mesma para, a partir da sua vivência do filme, acessar e descrever suas nuances. Fã do seu trabalho!

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  4. Isabela, lendo a seção “Comentários” de várias de suas análises, fiquei com a impressão de que, talvez, o ajuntamento ao espaço Vírgula não tenha feito bem para nenhum dos lados. Ultimamente, sua posição pouco se alinha ao entendimento geral, tanto de críticos (em demais veículos), quanto de público (observando-se a referida seção). Ninguém é obrigado e gostar “disso” ou “daquilo”, mas quando o ponto sai da curva de maneira constante, surge um estranhamento. Para os que acompanham o seu trabalho há mais tempo, já é possível observar um certo desconforto na abordagem dos filmes, porém, como ainda se trata de um casamento recente, vamos torcer para que essas arestas se ajustem e que a relação melhore para todas as partes.

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  5. TRISTE VERDADE. Quando eu vi nos créditos o nome de Jon Favreau, disse aquelas duas palavras: “Fu… @#$”. Esse aí é aquele mesmo picolé de chuchu sem nenhuma imaginação para cenas de ação que quase AFUNDOU o primeiro filme do Homem de Ferro — e que ARRUINOU o segundo, tornando-o tão intragável que só serviu para mostrar o brilho do Robert Downey Jr, carregando aquela bomba nas costas. A Disney devia ter aprendido com aquele fiasco. O Jon Favreau devia ter feito esse favor ao mundo e mudar de profissão para bancário ou bibliotecário. Mas, como ás vezes acontece até nos melhores estúdios, “o fracasso lhe subiu à cabeça.”

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  6. Ficou um parágrafo inteiro para explicar o que é PERFORMANCE CAPTURE, sendo que não foi usada nesse filme. Os atores dublaram as cenas: https://www.youtube.com/watch?v=DnT5Uli-SZ0
    Nessa crítica explica isso: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2016/04/1760548-mogli-o-menino-lobo-alcanca-novo-patamar-na-fusao-de-atores-e-animacao.shtml
    Quem vai usar PERFORMANCE CAPTURE é o Andy Serkis que será o diretor e ator em Jungle Book: Origins pela Warner.

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  7. Concordo que ultimamente a parte técnica tem superado o roteiro. Infelizmente sempre que vejo algo que vai me surpreender visualmente eu já fico com o pé atras pois normalmente vai ser um filme mediano. Esse ainda não vi, mas espero estar enganado.

    Sobre a ênfase que vc da no motion capture. A tecnologia é incrível, mas em primeiro lugar vem os artistas da weta que fazem todo o trabalho do realismo acontecer(2d,3d,escultor,anim). E aos animadores que refinam todo o trabalho do ator(esse que sempre tem crédito na frente dos reais responsáveis pela magia toda)

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  8. Para deixar bem claro que eu ainda não vi o filme (verei hoje à tarde) e sou contra a nostalgia pela nostalgia, mas essa crítica (que eu li atentamente até o fim, diferente de boa parte da audiência) é um engodo preguiçoso escrito por uma profissional que, quando sentou na cadeira, encontrava-se irremediavelmente mau humorada.

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  9. Comecei a ler a resenha, mas faltando alguns minutos para terminar, já não aguentava mais. Virei por diversas vezes na cadeira aqui do escritório, sem achar uma posição confortável e acabei por fechar o site antes da conclusão da mesma. De tão chato que estava esse texto, me deu ainda mais vontade de levar meus filhos ao cinema.

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    1. Ensaio perfeito, fechando com chave de ouro no derradeiro parágrafo, que é uma aula de Cinema e um estudo sobre os aspectos divergentes na recepção do cérebro humano entre desenho animado e animação digital. Além das (odeio esses termos, mas lá vai:) vicissitudes que provocam um conflito perturbador entre a Arte e a Ciência, impedindo a imersão do espectador nesse casamento problemático de imagens digitalizadas e sons dublados. E sobre as incongruências narrativas / estilísticas que levam á incompatibilidade entre a linguagem cinematográfica e a fonte literária. Principalmente quando se trata de uma obra voltada ao público infantil, com um herói criança. Enfim, como dizem os japoneses: “Compricado, né?”

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  10. afffff, esta criatura falou e falou, e ainda assim não disse nada, se ela tivesse somente dito, assisti e não gostei, eu até entenderia e respeitaria, mas a criatura viajou em montes de palavras e não disse absolutamente nada, eu sou da seguinte ideia, gostou, gostou, não gostou ok, agora querer ser técnica em uma área que ela certamente não conhece, faça um releitura melhor,ué.

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  11. Isabela tentei ler sua resenha, mas parei na metade. Acho que você não estava num bom dia para ir ao cinema ou para assistir ao filme em questão. Assisti e achei o filme ótimo, nostalgia pura.

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  12. Desde a SET que lhe conheço e respeito. Não li sua crítica completa, e nem vou ler. E nem vi o filme ainda, metascore de 75 no IMDB. Será que você não se deixou levar pelo seu estado de espírito ao assistir ao filme e escrever sua matéria? Depois de sua introdução, nem me interessei em ler o restante, às vezes não estamos num bom dia e nos deixamos levar por isso, é normal! Talvez tenha acontecido com você. E quando acontece, não é um bom sinal…

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    1. Complicado julgar sem ter lido o texto todo.
      Não acompanhei, nem conhecia a autora, e também não assisti o filme, ainda.
      Mas, lendo a matéria até o final, entendi a sua estranheza em relação ao filme, na seguinte frase: “Por fim, animais de desenho, quando falam, não causam estranheza, porque seus traços foram antropomorfizados de forma a que isso pareça natural (e porque são desenho, que seu cérebro já decodifica imediatamente como um território em que tudo é possível). Já animais fotorrealistas e, vá lá, biorrealistas (quero dizer que eles não passaram por um salto evolutivo que justifique a aquisição de linguagem, como os primatas de Planeta dos Macacos), quando falam – é esquisito. ”
      Senti isso em outros filmes, e até em peças teatrais infantis: não consigo assistir nada que apresenta animais pensantes e falantes – a não ser em desenhos.
      Só por isso já simpatizei com a autora.

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  13. Funciona assim, todo crítico tenta ser técnico, porém no fim das contas, o que ele crítica é usando o gosto pessoal mesmo. Um filme para criança, é um filme para criança, o que ela deveria fazer é levar um sobrinho, uma sobrinha e pronto, e ver a reação da criança, mas mesmo assim, continua sendo um gosto pessoal, uma criança pode não gostar, porém as outras 20 pode. Por isso acho que crítico de cinema nem deveria existir mais.

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  14. Falou, falou, falou e não falou nada. Qual é o problema do filme? O animais? Seja mais específica. O texto deveria falar do filme e não de técnicas de captura de movimento. Não convenceu.

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  15. Chata mesmo!!! Pobre de encanto e emoção deve ser sua vida. Nas primeiras linhas sua opinião se torna tão idiota que é impossível continuar a ler. O filme é ótimo… lindo e encantador… não poderiam ter escolhido alguém mais apaixonante que o ator principal…

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  16. A moça não devia estar bem ao escrever o texto… Se bem entendi e foi assim que ela se fez entender, seria mais viável então a “animação” do filme ser de baixa qualidade e mais caricata para convencer?
    Palavra de crítico é igual a nada para mim. Mas está cada vez mais difícil “deixar quieto” o que os “entendidos” falam, pois só expressão incoerências em um texto onde o importante é gastar o português para chegar em um finalmente : “Eu não faço ideia do que estou falando aqui”

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  17. Da mesma forma, eu me impacientei com seu texto looongo, cansativo e prolixo. Poder de síntese é um dom apreciável em articulistas. Menos é mais.

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    1. As resenhas da sra. Boscov são sempre prolixas. Nunca li tantos textos extremamente entediantes sobre cinema (imagine se fosse comentar de política…). A Veja poderia contratar críticos do gabarito de Rubens Ewald Filho.Melhoraria muito a seção de cinema da revista.

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      1. Rubens Ewald Filho????!!!! ECA! Me mate um bode… Aquele @#$%&* que mentiu descaradamente para as crianças, dizendo que “Rambo II – A Missão” era um filme “racista, pois fala mal dos chineses” (eram vietnamitas, e a parceira amada do herói também era) e que “se meter na guerra do Vietnan era como se meter numa briga entre seu pai e sua mãe” (sério, Rubinho? Mesmo quando o papai está vindo MATAR a mamãe?) Cá entre nós, articulistas de cinema, Rubens Ewald Filho representa tudo o que há de PIOR e mais ULTRAPASSADO em nossa profissão. tanto em Jornalismo como em Letras. Ou em Cinema mesmo.

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      2. Rubens Ewald Filho, aquele que faz comentários super pertinentes como, por exemplo: “Jude Law é bonito demais para ser bom ator” ou “Pelo amor de Deus! A Penélope Cruz não vai aprender nunca a falar inglês direito? Olho pra ela e só vejo o nariz grande dela”… complicado… Mesmo não achando que este seja o melhor texto da carreira da Isabela, ainda prefiro a acidez (com conteúdo) das críticas dela.

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  18. Não vejo o dia que começarem a boicotar estes críticos de cinema, as pessoas devem deixar de levar em conta a opinião deles e irem ao cinema e tirarem suas próprias conclusões.
    Eles prejudicam as bilheterias dos filmes o que impedem muitas vezes dos estúdios de fazerem continuações de coisas que queremos ver mais. CADA UM TEM A SUA OPINIÃO ISSO É FATO.

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    1. Ora, CRESÇAM, CRIANÇAS! Resenha de Cinema é trabalho duro e sério, e LER críticas de cinema é coisa pra gente grande. Isso é informação, não é diversão. Boscov apenas cumpre o dever profissional de informar o público, mapeando todo o terreno minado, para que cada pessoa entre na sala de exibição já sabendo em que chão está pisando. Este artigo está impecável, como todos os textos mais longos dela: minucioso, exato e preciso, pois há muitas camadas de material há ser examinado e vários erros de produção e direção ao que explicar — e porque isso é, bem, necessário. O que vocês queriam? Um lixo extraordinário? Vocês deviam era agradecer á tia Isabela por ela se dar a tanto esforço e não fugir do dever de encarar essa montanha de problemas a escalar — e lhes explicar todos os defeitos desse mundo real, feio, sujo e malvado. E ela bateu a realidade da coisa, tim tim por tim tim. (Não, não é o herói do quadrinho belga que virou filme do Spielberg no mesmo processo de “performance capture”. É tudo detalhe mesmo.)

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  19. Isso que da comentarista q vai assistir filme esperando que apenas que seja um reboot do desenho…mas felizmente essa e a opiniao dela e nao representa a maioria…:)

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    1. perfeita resposta ! é o mesmo de quem leu o senhor dos aneis ( eu ) dizer que o filme SOBROU EXTRAORDINARIO E FALTOU NECESSARIO ! o filme é ótimo ! assim como toda obra literaria nunca sera fiel nas telinhas

      Vide atual serie The walking dead ^^

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    1. Concordo plenamente com o comentário do amigo acima gente chata não tem o que fazer ela que fizesse as tarefas de casa primeiro para depois ir ao cinema.

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