120 Anos de Cinema, 120 Filmes #3

Os 120 filmes que eu sempre paro para ver e rever.

Sabe quando você está fazendo aquela ronda dos canais na TV e daí passa por uma cena de, digamos, O Poderoso Chefão ou Um Sonho de Liberdade – e estaciona ali na hora, e simplesmente não consegue mais avançar para o canal seguinte?

Pois esse é o critério adotado nesta seleção que comemora os 120 anos de cinema e que começou a ser publicada 28 de dezembro – data em que os irmãos Lumière fizeram a primeira exibição pública de seu cinematógrafo, em Paris, em 1895. Hoje você encontra aqui os filmes de #61 a #90, em ordem alfabética. A seleção vai terminar amanhã, com os últimos 30 títulos. Muitos dos filmes que eu escolhi são indiscutivelmente obras-primas; outros renderiam um bocado de discussão. E alguns vão fazer muita gente torcer o nariz. Mas todos eles têm esse mesmo efeito sobre mim: são irresistíveis, e nunca consigo deixar de revê-los.


Ver os 30 filmes anteriores.


Kagemusha – A Sombra de um Samurai

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(Kagemusha, 1980)
Direção: Akira Kurosawa

Quase chorei de aflição de ter de escolher UM (01!!!) filme do Kurosawa. Vou de Kagemusha porque, primeiro, ele um espetáculo. Depois, porque a interpretação do Tatsuya Nakadai no papel-título é soberba. Finalmente, porque, em muitos sentidos, Kagemusha funciona como síntese da obra do Kurosawa: é visualmente ambiciosíssimo, operístico na escala e, no entanto, é talvez a mais aguda de todas as reflexões dele sobre o que faz uma pessoa ser o que é – se o que ela faz, se o que ela acredita ser, se o que ela se torna.


O Labirinto do Fauno

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(El Laberinto del Fauno/Pan’s Labyrinth, 2006)
Direção: Guillermo del Toro

Toda a exuberância e singularidade da mente do mexicano Del Toro estão nesta história de uma menina que, para fugir à opressão do padrasto franquista, se resguarda em um mundo que é meio sonho, meio pesadelo, e que opera conforme as regras dos contos-de-fadas. Contra a tirania, não há arma mais letal que a imaginação, prega o diretor.


Laranja Mecânica

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(A Clockwork Orange, 1971)
Direção: Stanley Kubrick

É impossível descrever o impacto que Kubrick causou com sua adaptação do livro de Anthony Burgess sobre Alex – um inimitável Malcolm McDowell –, amante de Beethoven e praticante da ultraviolência. Cada fotograma é, sozinho, uma obra-prima. Juntos, eles formam um dos grandes colossos do cinema.


Lawrence da Arábia

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(Lawrence of Arabia, 1962)
Direção: David Lean

E por falar em colosso… Quando “épico” já havia virado sinônimo de “inchado”, o inglês Lean tratou de reescrever a história: nenhum filme é tão imenso – e mesmo assim tão enxuto e ágil. Além de inesquecível: quem alguma vez viu Peter O’Toole olhando um pontinho distante no deserto, que pouco a pouco vai se revelando ser Omar Sharif, chegando em seu camelo, nunca mais esqueceu que a beleza é uma essência.


O Lobo de Wall Street

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(The Wolf of Wall Street, 2013)
Direção: Martin Scorsese

Scorsese dirige com a gana de um moleque, a maturidade de um quarentão e a experiência acumulada em 71 anos (bom, nem todos de cinema, mas vá lá). Leonardo DiCaprio o acompanha em tudo, e Margot Robbie faz os marmanjos ficarem de pernas bambas. A trama – um espertalhão de Wall Street ganha fortunas porque está assim de gente no mundo que se acha esperta – é uma montanha-russa. Aquela cena em que DiCaprio conta uma história e a gente vê como ela realmente aconteceu? Antológica. Grande Scorsese. Eu também quero entrar nos 70 assim.


A Loja da Esquina

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(The Shop Around the Corner, 1940)
Direção: Ernst Lubitsch

James Stewart e Margaret Sullavan trabalham na mesma loja e se detestam (mas como, se eles são os dois tão adoráveis?). De noite eles chegam em casa e escrevem para seus respectivos pen-pals, por quem estão se apaixonando. O que eles nem desconfiam é que… Bom, se você não adivinhou eu vou deixar por isso mesmo. E, se parece meio óbvio, vou lembrar que existe uma coisa batizada de “the Lubitsch touch”, ou “o toque de Lubitsch”, para designar a maestria, a inteligência e a espirituosidade sem paralelo deste diretor alemão que morreu cedo demais, aos 55 anos.


Los Angeles – Cidade Proibida

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(L.A. Confidential, 1997)
Direção: Curtis Hanson

Curtis Hanson era aquele sujeito que dirigia suspenses de estúdio de médio escalão – A Mão que Balança o Berço, Uma Janela Suspeita, Rio Selvagem. Daí ele manda esta bola com efeito que é Los Angeles – Cidade Proibida, uma adaptação heróica do livro noir de James Ellroy, com quase 200 personagens (!!!!) sobre policiais corruptos, policiais honestos, políticos inescrupulosos, prostitutas, femmes fatales, crime organizado e escândalos dos bastidores de Hollywood nos anos 40, tudo loucamente interligado. Russell Crowe e Guy Pearce formam uma dupla formidável, Kevin Spacey só ficaria tão bacana de novo em House of Cards, e Kim Basinger arrasa, e não só de linda. Consta que, ao sair da sessão, Ellroy teria dito: “Agora sim eu entendi a história”.


Luzes da Cidade

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(City Lights, 1931)
Direção: Charles Chaplin

O cinema falado ganhou o mundo a partir da estreia de O Cantor de Jazz, em 1927. Quatro anos depois, Chaplin ainda resistia bravamente: é muda – mas nem por isso menos eloquente – esta história linda, e tristíssima, de como o Vagabundo se apaixona por uma florista cega que o trata com tanta gentileza. Tudo que ele quer na vida é juntar o dinheiro para a cirurgia que vai devolve a visão a ela. Mas então, quando ele se aproxima dela novamente… Para chorar com vontade.


A Malvada

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(All About Eve, 1950)
Direção: Joseph L. Mankiewicz

É uma história tão arquetípica que deveria até estar na Bíblia: estrela do teatro que está ficando velhusca (e portanto insegura) cede à adulação de uma mocinha simples, tão solícita sempre, que se insinua em sua vida e logo está cuidando de tudo para ela. Mais uns cinco minutos e pronto, lá está a estrela estatelada no chão, tendo levado uma rasteira federal da mocinha simplezinha. Bette Davis e Anne Baxter entram no ringue com gosto, e Mankiewicz nem pensa em separar a briga.


Maratona da Morte

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(Marathon Man, 1976)
Direção: John Schlesinger

Dustin Hoffman é um pós-graduando em História e gosta de correr em Nova York. E é um azarado daqueles também: de bobeira, ele se vê no meio de uma trama que envolve diamantes roubados e Laurence Olivier como um velho criminoso nazista. Eu adoro uma cena que é quase só um detalhe – Olivier andando na Rua 47 e uma senhora judia apontando para ele, atônita, e dizendo: “Der Weisse Engel!” (“o anjo branco”). Aliás, vá a todas as suas consultas no dentista antes de ver o filme.


Margin Call – O Dia Antes do Fim

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(Margin Call, 2011)
Direção: J.C. Chandor

Paul Bettany, Jeremy Irons, Kevin Spacey, Stanley Tucci, Zachary Quinto, Simon Baker e até Demi Moore: um baita elenco faz miséria neste filme de um então estreante que, pelo jeito, já nasceu sabendo. Durante um dia e uma noite de 2008, o povo de um banco de investimentos (decalcado do Lehman Brothers) tenta calcular o tamanho do buraco financeiro em que o mundo vai ter caído pela manhã. É como passar duas horas dentro de uma panela de pressão.


Marty

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(Marty, 1955)
Direção: Delbert Mann

Ernest Borgnine era troncudo, feioso, tinha monocelha e dentes separados, e estava já na meia-idade. Para completar, interpreta aqui um açougueiro, profissão muito necessária mas não exatamente glamourosa. Betsy Blair faz a professorinha apagada e tímida. Os dois já se conformaram – nunca vão viver um romance. Mas eis que eles se conhecem, e eis que… cada um deles tem uma dificuldade danada em acreditar que pode interessar ao outro. Borgnine brilha. Ele era feioso, mas podia ser apaixonante.


Matar ou Morrer

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(High Noon, 1952)
Direção: Fred Zinnemann

O malfeitor vai chegar no trem do meio-dia para se vingar. É o dia em que o xerife Gary Cooper vai se casar. Mas homem honrado é isso aí: faz Grace Kelly esperar vestida de noiva enquanto ele vai sozinho enfrentar o bandido, já que todos os outros homens da cidade se acovardaram e se esconderam em casa. Zinnemann brinca aqui com o “tempo real”: a ação dura o mesmo tempo que toma na tela.


Match Point

'Match Point' Movie Stills

(Match Point, 2005)
Direção: Woody Allen

Woody é outro que entrou nos 70 anos pisando duro: fez um dos filmes mais sensacionais – e mais corrosivos – de sua carreira com a história do instrutor de tênis que ama uma mulher mas não resiste a dar o golpe do baú em outra. E que, quando o caldo ameaça entornar, faz o impensável. Menção honrosa para James Nesbitt no papel do detetive que investiga o… investiga alguma coisa.


Menina de Ouro

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(Million Dollar Baby, 2004)
Direção: Clint Eastwood

Hilary Swank é uma coitada, uma vira-lata que come restos mas sonha ser lutadora de boxe. Clint, um treinador decadente, enxota ela do seu ginásio todo dia, até o dia em que não aguenta mais e topa treiná-la. Mas que medo ele sente – de gostar dela, de que ela se machuque, de que o pior aconteça. Quando um sujeito que já foi o pistoleiro e/ou o policial mais irascível do cinema faz um filme sobre pais e filhas, eu respeito. E choro até me acabar.


Monty Python em Busca do Cálice Sagrado

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(Monty Python and the Holy Grail, 1975)
Direção: Terry Gilliam e Terry Jones

Um dos efeitos das comédias do Monty Python é que elas demolem todos os pilares da civilização, e depois você nunca mais consegue levar a sério nenhum outro filme sobre um tema parecido. Eu ri tanto no cinema que fiquei com dor no maxilar (não deixe de ler – ler mesmo – os créditos finais), e rio até hoje em qualquer filme que tenha cavaleiros, ou Rei Arthur, ou monges medievais, ou andorinhas africanas.


Nascida Ontem

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(Born Yesterday, 1950)
Direção: George Cukor

Um magnata grosseirão chega a Nova York acompanhado da sua amante loira, burrinha e sem noção, e contrata um jornalista para ensiná-la a se comportar nas altas rodas. Judy Holliday dá um show: continua loira, mas descobre que de burrinha e sem noção não tem nada. E o tutor William Holden, que pensava ter nas mãos um caso perdido, descobre que perdido está ele, de paixão. Quando é que foi que desaprenderam a fazer comédias românticas, se há tantos exemplos sensacionais com os quais aprender?


Nascido para Matar

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(Full Metal Jacket, 1987)
Direção: Stanley Kubrick

Se Francis Ford Coppola retratou a Guerra do Vietnã em toda a sua insanidade em Apocalypse Now, aqui Kubrick a retrata em toda a sua estupidez. No primeiro ato, o sargento R. Lee Ermey tortura e humilha os soldados em treinamento (um recorde de insultos que só seria batido com Whiplash), e vai longe demais com Vincent D’Onofrio. O segundo ato é uma raridade: guerrilha urbana, e não na selva, no Vietnã.


Ninotchka

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(Ninotchka, 1939)
Direção: Ernst Lubitsch

Greta Garbo, a atriz que nunca sorria, era a mulher certa para o papel da severíssima oficial do Partido Comunista que, com muito desgosto, é obrigada a visitar o maior de todos os antros de perdição ocidental (ou seja, Paris). Ela está determinada a manter sua virtude soviética; Melvyn Douglas, caindo de charme, faz o que pode para desvirtuá-la.


Uma Noite Alucinante

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(Evil Dead II, 1987)
Direção: Sam Raimi

Raimi e Bruce Campbell fizeram Evil Dead a sério em 1981, e daí refilmaram tudo como “terrir” em 1987. Em uma cabana que é minúscula por fora e imensa por dentro, Campbell resiste ao ataque de demônios possuidores enlouquecidos, seguido pela sensacional câmera vale-tudo de Raimi. Sangue, nojeira e gargalhadas.


Noivo Neurótico, Noiva Nervosa

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(Annie Hall, 1977)
Direção: Woody Allen

É o salto quântico de Woody Allen. “Eu nunca me diverti tanto sem rir”, diz ele a Diane Keaton, depois da transa. Quanto a quem está assistindo, aí já é outro caso.


Oldboy

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(Oldeuboi, 2003)
Direção: Chan-wook Park

Min-sik Choi passou quinze anos preso num quarto de hotel horroroso. Não tem ideia do porquê. Um dia a porta é deixada aberta. Ele também não sabe por quê. Mas já sai por ela estraçalhando: ele quer descobrir de qualquer jeito. Um filme de altíssimo poder de choque. Mas só vale ver o original sul-coreano: dois anos atrás Spike Lee pegou exatamente o mesmo roteiro e estragou tudo nele.


Operação França

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(The French Connection, 1971)
Direção: William Friedkin

Como era eletrizante o cinema americano da virada dos anos 60 para os 70: um diretor como Friedkin pegava uma história sobre um policial que topa por acaso com um esquema de tráfico de drogas e fazia dela uma ópera urbana, com um movimento, uma velocidade e uma crueza que hoje praticamente inexistem. Tem algumas das melhores cenas de perseguição de carros já filmadas. E tem Gene Hackman num desempenho antológico.


Orgulho & Preconceito

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(Pride & Prejudice, 2005)
Direção: Joe Wright

Adoro Colin Firth, e há que se admitir que é uma distinção e tanto ter sido Mr. Darcy duas vezes – a primeira na série da BBC dos anos 90 e a segunda, em versão velada, em O Diário de Bridget Jones. Mas ele vai me desculpar, porque Matthew Macfadyen é o melhor Mr. Darcy, o mais exasperante e mais apaixonante. Hoje em dia também gosto da Keira Knightley como Lizzie Bennett. E a direção de Joe Wright é uma alegria só: aquele baile do começo é matador.


Os Outros

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(The Others, 2001)
Direção: Alejandro Amenábar

Por que os diretores espanhóis são tão craques no terror não sei explicar, mas é um fato: além de O Exorcista, este é um dos poucos filmes que me dão medo de verdade, daquele do bom. Uma belíssima história gótica com pianos que tocam sozinhos, Fionnula Flanagan é uma governanta de assustar criancinha e Nicole Kidman enlouquecendo aos poucos. Será? Detalhe: aquelas fotos dos créditos são autênticas e vieram de um museu inglês. Os vitorianos faziam isso mesmo.


Pacto de Sangue

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(Double Indemnity, 1944)
Direção: Billy Wilder

E o pior é que essas coisas são assim mesmo: Fred McMurray bate na porta da casa para vender um seguro, e a loira que abre a porta tem uma correntinha no tornozelo; é a correntinha que o deixa louco. Daí para Barbara Stanwyck (uma baita atriz, aqui fazendo o gênero vagaba com personalidade) arrastá-lo numa tramóia é um passo. Billy Wilder não era só um grande diretor. Ele entendia como as pessoas funcionam.


Pai e Filha

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(Banshun/Late Spring, 1949)
Direção: Yasujiro Ozu

Se os filmes de Akira Kurosawa são óperas, os de Yasujiro Ozu são uma música discretamente tocada num shamisen no quarto ao lado: pequenos mas com um mundo de sentimento, simples mas intrincados nas emoções, ternos mas incisivos na sua franqueza. De toda a sua obra lindíssima, este filme aqui é o que me toca mais fundo. A explicação está no título – e, claro, na delicadeza incomparável de Ozu.


Para Sempre Lylia

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(Lilja 4-ever, 2002)
Direção: Lukas Moodysson

É um fato cientificamente comprovado: este é o recorde pluviométrico da minha vida. Lenços não deram conta do quanto eu chorei com o filme do sueco Lukas Moodysson sobre uma garota estoniana (a maravilhosa Oksana Akinshina) que vive largada, não tem ninguém no mundo e espera eternamente a mãe que vive nos Estados Unidos vir buscá-la. A certa altura, tive de usar uma colcha (é, uma colcha) para aparar as lágrimas.
* O contrabando: e o que dizer do Aleksandra de Aleksandr Sokurov, sobre uma avó russa que vai à Chechênia procurar o neto soldado? E de O Pequeno Italiano, de Andrey Kravchuck, em que o órfão Vanya, de 5 anos, tem medo de ser adotado e perder a chance de reencontrar a mãe? E do acachapante O Retorno, de Andrey Zvyagintsev, em que dois irmãos encontram pela primeira vez o pai? Esses russos acabam comigo.


Perdidos na Noite

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(Midnight Cowboy, 1969)
Direção: John Schlesinger

Nova York como a cidade em que as ilusões não se perdem, simplesmente: são pisoteadas, retalhadas, amassadas e jogadas fora. Ou, ainda: o único lugar em que um sujeito como Ratso Rizzo (Dustin Hoffman), que vive se esgueirando pelas sarjetas, e o caubói Joe Buck (Jon Voight), que acha que vai ficar rico como michê, poderiam se encontrar e se agarrar um ao outro como a uma tábua de salvação. Brenda Vaccaro tem um belíssimo momento como uma cliente rica de Joe. Curiosidade: este é, até hoje, o único filme com classificação R (proibido para menores de 17) a ganhar o Oscar.


Perseguidor Implacável

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(Dirty Harry, 1971)
Direção: Don Siegel

“Dirty” Harry Callahan é um herói, ou é um anti-herói? Prova da complexidade do policial icônico de Clint Eastwood é que até hoje essa é uma questão que está longe de ser decidida. Harry enfia o revólver na cabeça de um ladrão e sofisma com ele: já disparou todas as balas, ou ainda falta uma? Harry é um anjo vingador, e encarna algo de essencial em Eastwood: a ideia de que um homem tem de prestar contas sobretudo às suas próprias convicções. O filme, além disso, é uma beleza, uma criatura que tem vida própria e caminha sozinha – e a influência de Don Siegel é nítida no estilo direto e sem frescuras com que Eastwood dirige hoje.
* O contrabando: todos as outras quatro parcerias de Eastwood e Siegel – Meu Nome É Coogan, O Estranho que Nós Amamos, Fuga de Alcatraz e principalmente Os Abutres Têm Fome, um faroeste cômico delicioso com Shirley MacLaine.


Ver os próximos 30 filmes.


5 comentários em “120 Anos de Cinema, 120 Filmes #3”

  1. Estão no Netflix :

    Lawrence da Arábia
    Margin Call – O dia antes do fim
    Noivo Neurótico
    Oldboy
    Operação França
    Orgulho e Preconceito
    Os Outros
    Perdidos na Noite
    Perseguidor Implacável

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  2. Aqui escreve o Raul Pinto que ontem, pouco antes da virada do ano, teve o imenso prazer de conhece-la por telefone. Tudo que penso e curto no que você escreve tive oportunidade de dizer-lhe naquele momento. Seus leitores, assim como eu, somos gratos por sua contribuição ao nosso conhecimento.

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